Alvores, a Liga dos Artesãos.

Acabo de terminar de ler o livro “Alvores – A Liga dos Artesãos”, de Lauro Kociuba. E que livro bom!

Com inúmeras referencias a Tolkien, Martin, Gaiman, entre vários autores de Literatura Fantástica e de Alta Fantasia a historia se constrói. Mas o Lauro não satisfeito com as referencias, construiu uma historia nessa rede de referencias, e essa historia me fez terminar o livro em muito pouco tempo, alem de criar um historia única. (Pra fins comparativos: eu li “O Nome de Vento” em 13 horas e “A Liga dos Artesãos” em 2 horas e 30 minutos; dados do Kindle.)

Um dos personagens em feltro (recompensa do catarse.me/pt/alvores)
Um dos personagens em feltro (recompensa do catarse.me/pt/alvores)

Eu conheci o Lauro por causa do seu blog Pais Geeks (paisgeeks.com.br) e por causa de grupos de discussão de “As Crônicas de Gelo e Fogo” no Facebook. E fiquei muito feliz quando saiu a noticia que ele estaria escrevendo um livro, que teria investimento via CrowdFounding no catarse.me; e triste porque já estava aqui em Reno, e ficava um pouco difícil receber uma cópia. Acompanhei toda a trajetória de ver esse sonho nerd se tornar realidade meio de longe, até uns dias atras. Quando foi aberto na pagina do Alvores a oportunidade de parcerias; e de receber a versão beta do livro pra resenha. Sinceramente, eu fiquei bastante feliz quando chegou no meu inbox um arquivo *.epub. Duas horas e meia de leitura depois, estou aqui.

Curtam a pagina pra mais informações! facebook.com/livroalvores
Curtam a pagina pra mais informações! facebook.com/livroalvores

A historia, sem spoilers, se passa na cidade de Curitiba. Onde existe um reduto de anões e elfos que estão sendo ameaçados pela possibilidade dos Mestiços (meio Orcs e meio Humanos) terem acesso a uma arma antiga, que deveria ter sido esquecida, mas estes não só descobrem a existência dessa arma como também da localização da mesma. No meio dessa luta conhecemos Tales, um Encantado (mistura de Elfo e Humano); descobrindo que sua historia de vida está intimamente ligada a luta presente, como a luta que originou essa arma tão temida, e também o seu espaço no mundo onde Elfos e Anões o consideram uma criança, aos 16 anos.

Creio que o autor conseguiu criar uma obra que vai mexer com a literatura fantástica curitibana, porque cada referencia a nome de rua ou praça melhora a visualização para os moradores da cidade, sem deixar de lado quem sequer a conhece. Acho que isso muda bastante a forma de ler o livro, e quem não conhece a cidade (ou os lugares citados) vai andar por Curitiba reconhecendo cada citação.

Como já disse diretamente ao autor, estou ansiosíssimo pelo segundo livro. Quase tanto quanto pelo terceiro da “Crônica do Matador de Rei”.

 

Beijos pra todos!
Beijos pra todos!

 

 

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Max

Responsável por essa bagaça, aquele que teve a ideia de que ter um blog seria legal. Escreve sobre o que vem na cabeça, as vezes sobre o que sobressai nas redes sociais também.