O Homem no Castelo Alto, a serie que vai mudar como fazer series.

The Man in the High Castle tem um argumento bem simples: o que aconteceria se a Alemanha tivesse ganho a Segunda Grande Guerra. Bastante simples, até. Mas a execução é impecável.

Seguimos a historia de dois personagens, Joe Blacke e Juliana Crain.

A divisão dos Estados Unidos após perderam a WWII
A divisão dos Estados Unidos após perderam a WWII

Juliana mora do lado que os japoneses dominaram dos Estados Unidos, os Estados Pacíficos da America, que é boa parte da Costa Oeste americana. Sua irmã é ligada a rebeldes americanos que querem o filme (nos livros é um livro) chamado “The Grasshopper Lies Heavy” (Grasshopper, gafanhoto,  era a forma como os soldados americanos se referiam entre si, devido ao uniforme verde) que traz noticias de um universo paralelo onde os americanos ganharam a Guerra. Esse filme subversivo serve para trazer esperança e ideologia para a resistência.

A Times Square nazista
A Times Square nazista

Joe mora no lado dos Estados Unidos que é dominado pelos alemães, chamado de O Grande Nazi Reich (The Great Nazi Reich) e onde nazistas tomaram conta de  toda a Costa Leste. Joe também tem contato com o filme subversivo, e tenta levar até o Homem do Castelo Alto; que suposta fabrica essas historias do universo paralelo.

Do lado esquerdo o filme da series, e do lado direito o livro do livro.
Do lado esquerdo o filme da series, e do lado direito o livro do livro.

Ambos se encontram, ainda no primeiro episódio, em uma área neutra onde supostamente o Homem do Castelo Alto vive.

E esse é a sinopse para uma das series que mais tem ocupado meu tempo nos últimos dias. Daquelas que qualquer olhada pra longe da tela é perdida referencias ao universo paralelo onde ocorre. Espero que curtam ela também, e possamos discutir algumas teorias no futuro próximo.

See ya!
See ya!

Meninas Super-Poderosas retorna às telinhas!

Anunciado em 2014, o retorno do desenho infantil Meninas Super-Poderosas do Cartoon Network está para acontecer no dia 4 de abril.

O desenho original foi ao ar no canal entre 1998 e 2005.
Para comemorar o retorno, o Cartoon Network colocou no ar um site que permite que você crie a si mesmo como um personagem da série animada.

Deixo aqui este singelo DONG (Do Online Now, Guys) do meu personagem, e vocês podem também criar um novo no botão no final da página.
Powerpuff Yourself

#BlogEveryDayOfApril

Sobre os fins e começos

Ultimamente eu to passando por umas fases interessantes; em me entender como estudante e entender que faltam só 4 semestres pra eu deixar de ser estudante da UTFPR. Serão 10,5 anos de instituição, com dois cursos de 8 períodos. Em minha defesa eu tirei quase 2 anos de intercâmbios, e o ultimo semestre será exclusivo para TCC (sabe aquele monstro debaixo da cama de todo universitário?)

Entrei eu era um moleque de 15 anos, vou sair um designer / técnico em mecânica com 26. E isso é assustador! Assustador porque eu não sei o que vai acontecer depois, e eu posso fazer praticamente qualquer coisa depois disso. Sim, eu vou ser um profissional formado; mas a ideia de não ter compromissos ao mesmo tempo que é extremamente tentadora também é aterrorizadora. Imagine que durante quase 10 anos eu acordei cedo, me arrumei, fui pra aula, fui pro estagio e voltei pra casa. Essa rotina dá bastante sentido e senso de complitude. Daqui a pouco isso acaba. E sei que vários amigos que passam ou passaram por isso nos últimos tempos.

Não tenho uma formula magica, apenas posso nos lembrar que podemos enfrentar essa situação de duas formas: abraçar o futuro tentando aproveitar o melhor de cada fase da vida, ou nos preocuparmos demasiadamente com esse futuro que nem chegou. Eu estou tentando abraçar o primeiro, mas confesso é pode ser complicado e difícil.

Porque tentamos (ainda) fazer filmes baseados em mitologias?

Alex Proyas é um diretor australiano nascido no Egito. Recentemente ele dirigiu o filme “Deuses do Egito”, e claro causou muita controvérsia. Principalmente porque todos os atores contratados são europeus ou norte-americanos brancos e porque os mitos egípcios foram tripudiados pela narrativa do filme. Entendam, eu ainda não assisti (principalmente por não assistir filmes com menos de nota 7 no IMDb, é daquelas manias que todos temos) e não vou falar da narrativa do filme, mas da controvérsia quanto ao problema de retratar narrativas mitológicas no cinema e a questão racial. Continue reading Porque tentamos (ainda) fazer filmes baseados em mitologias?

Telegram é melhor que WhatsApp?

Faz um tempo que eu uso o Telegram paralelamente com o WhatsApp como mensageiro instantâneo (IM) para celular. Sinceramente, a ideia é cada vez converter mais gente e deixar de usar o WPP.

Vamos a comparação?
Vamos a comparação?

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Como comemorar o Carnaval em Curitiba (ou o dia que eu andei entre os mortos vivos)

Como acontece todo ano, esse ano rolou a Zombie Walk Curitiba. É bem simples, como o carnaval não faz nenhum sucesso em Curitiba; um bando de nerds se veste de zombies (ou algo parecido) e anda 4 quilômetros no centro da cidade. Todo ano eu ficava naquele de ir ou não ir, e acabava não indo. Esse ano fui, e levei a câmera pra clicar ela por lá. Vejam abaixo algumas das fotos (e das fantasias) do evento de 2016: Continue reading Como comemorar o Carnaval em Curitiba (ou o dia que eu andei entre os mortos vivos)