O Homem no Castelo Alto, a serie que vai mudar como fazer series.

The Man in the High Castle tem um argumento bem simples: o que aconteceria se a Alemanha tivesse ganho a Segunda Grande Guerra. Bastante simples, até. Mas a execução é impecável.

Seguimos a historia de dois personagens, Joe Blacke e Juliana Crain.

A divisão dos Estados Unidos após perderam a WWII
A divisão dos Estados Unidos após perderam a WWII

Juliana mora do lado que os japoneses dominaram dos Estados Unidos, os Estados Pacíficos da America, que é boa parte da Costa Oeste americana. Sua irmã é ligada a rebeldes americanos que querem o filme (nos livros é um livro) chamado “The Grasshopper Lies Heavy” (Grasshopper, gafanhoto,  era a forma como os soldados americanos se referiam entre si, devido ao uniforme verde) que traz noticias de um universo paralelo onde os americanos ganharam a Guerra. Esse filme subversivo serve para trazer esperança e ideologia para a resistência.

A Times Square nazista
A Times Square nazista

Joe mora no lado dos Estados Unidos que é dominado pelos alemães, chamado de O Grande Nazi Reich (The Great Nazi Reich) e onde nazistas tomaram conta de  toda a Costa Leste. Joe também tem contato com o filme subversivo, e tenta levar até o Homem do Castelo Alto; que suposta fabrica essas historias do universo paralelo.

Do lado esquerdo o filme da series, e do lado direito o livro do livro.
Do lado esquerdo o filme da series, e do lado direito o livro do livro.

Ambos se encontram, ainda no primeiro episódio, em uma área neutra onde supostamente o Homem do Castelo Alto vive.

E esse é a sinopse para uma das series que mais tem ocupado meu tempo nos últimos dias. Daquelas que qualquer olhada pra longe da tela é perdida referencias ao universo paralelo onde ocorre. Espero que curtam ela também, e possamos discutir algumas teorias no futuro próximo.

See ya!
See ya!

Sobre os fins e começos

Ultimamente eu to passando por umas fases interessantes; em me entender como estudante e entender que faltam só 4 semestres pra eu deixar de ser estudante da UTFPR. Serão 10,5 anos de instituição, com dois cursos de 8 períodos. Em minha defesa eu tirei quase 2 anos de intercâmbios, e o ultimo semestre será exclusivo para TCC (sabe aquele monstro debaixo da cama de todo universitário?)

Entrei eu era um moleque de 15 anos, vou sair um designer / técnico em mecânica com 26. E isso é assustador! Assustador porque eu não sei o que vai acontecer depois, e eu posso fazer praticamente qualquer coisa depois disso. Sim, eu vou ser um profissional formado; mas a ideia de não ter compromissos ao mesmo tempo que é extremamente tentadora também é aterrorizadora. Imagine que durante quase 10 anos eu acordei cedo, me arrumei, fui pra aula, fui pro estagio e voltei pra casa. Essa rotina dá bastante sentido e senso de complitude. Daqui a pouco isso acaba. E sei que vários amigos que passam ou passaram por isso nos últimos tempos.

Não tenho uma formula magica, apenas posso nos lembrar que podemos enfrentar essa situação de duas formas: abraçar o futuro tentando aproveitar o melhor de cada fase da vida, ou nos preocuparmos demasiadamente com esse futuro que nem chegou. Eu estou tentando abraçar o primeiro, mas confesso é pode ser complicado e difícil.